Carlos Serrão Carlos Serr‹o Blog

O Governo e a Microsoft

A fazer fé nesta notícia do IOL Diário, o nosso Governo vai continuar a “vender” a educação nacional à empresa do Steve Ballmer (Microsoft).

Ao que parece, cada vez menos existe “liberdade de escolha” daquilo que os nossos jovens vão aprender nas escolas, a começar pelos primeiros anos.

Não consigo perceber quais os detalhes destes novos acordos.

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Caches em proxy e o problema da Segurança

De acordo com este artigo publicado no blog do (ISC)2, existe um problema de segurança na Internet relacionado com as caches realizadas em proxy, especialmente no que diz respeito à gestão de sessões e dos cookies.

Este problema surge com o facto de que a maior parte dos web-developers não desenvolve as suas aplicações web (em especial a parte de controlo e de gestão de sessões) de forma a precaver-se do facto de existirem (muitas das vezes) proxies que medeiam o acesso entre os clientes (browsers web) e os servidores, e que fazem cache do conteúdo e consequentemente dos cookies que identificam as sessões.

Como consequência, este facto provoca por vezes em existirem diferentes clientes (browsers web) que recebem o mesmos headers HTTP Set Cookie. Isto pode provocar que os mesmos identificadores de sessão (que deveriam ser únicos por cliente), possam estar associados a diversos clientes.

Os programadores web devem ter este aspecto em atenção no desenvolvimento de aplicações web mais seguras.

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Cuidado com o update 10.5.5 (Mac OS X Leopard)

Ontem ao final do dia, tive o mais estranho dos problema com o meu Macbook Pro. Algo que nunca me tinha acontecido até então, apesar de, de quando em vez ter os seus “freezes“. Nada que um restart (mesmo à bruta) não tivesse resolvido.

Passo a explicar o que aconteceu…

Ontem, quando saí do meu gabinete no ISCTE para ir dar uma aula, fechei a tampa do Mac, como habitual, o mesmo entrou em stand-by (sleep mode), e quando cheguei à sala de aula, abri a tampa e o sistema “acordou”. Pediu a introdução do login e da password, como era habitual, e passados poucos segundos, o computador pura e simplesmente desligou-se. Assim, sem mais nem menos…

Achei aquilo muito estranho, e tentei ligar de novo o computador. O mesmo começava a arrancar, por vezes mesmo depois do login, e voltada a desligar-se. Tentei por diversas vezes, com bateria, sem bateria, com bateria e alimentação e o resultado era sempre o mesmo.

Era estranho ser um problema de bateria, pois a mesma estava carregada a 100% e em excelentes condições - pois fora trocada há pouco tempo. Seria um problema de hardware, o que eu achava estranho, pois nada de excepcional tinha ocorrido com o mesmo.

Fiquei a saber no processo de experimentação, que não devemos usar o Macbook Pro sem a bateria, pois existem determinadas funções do portátil que depende da mesma. Isto foi algo que li num forum, mas não confirmei a partir de um fonte mais oficial.

Quando mais tarde cheguei a casa, o problema persistia… ou seja, ligava, e ele desligava-se automaticamente.
Até que resolvi experimentar algo, que não sei porquê, parece ter resultado:

  1. Retirei a bateria;
  2. Liguei o Macbook Pro à alimentação;
  3. Introduzi a bateria;
  4. Liguei o Macbook Pro.

Para minha surpresa, tudo voltou aparentemente ao normal. Deixei o mesmo toda a noite ligado, a fazer backups, e nem uma única vez foi abaixo. Usei igualmente o mesmo, apenas em modo bateria, e tudo funcionou na perfeição.

Depois de esgravatar um pouco na web e nos fóruns (aqui e aqui), descobri que existem pessoas com o mesmo tipo de problemas que eu, e tudo aponta para que seja um problema introduzido pelo mais recente update do Leopard (10.5.5). Apesar de isto ainda não estar confirmado, o que eu aconselho é a que não instalem ainda o update, e que esperem um pouco mais até que se saiba a verdadeira origem deste problema.

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Problemas com Flip4Mac, Mail.app, WMV e QuickTime

Recentemente tenho vindo a ser atormentado por um problema “estranho” que surgiu após ter instalado a versão mais recente do Flip4Mac (2.2.1.11) e do Quicktime (7.5.5).

Antes desta actualização, sempre que recebia emails que continham vídeos em formato WMV anexados, os mesmos eram abertos inline dentro da própria mensagem de email, na Mail.app. Depois da actualização, o que se passa é que essa mesma visualização deixou de existir, e é apenas possível aceder ao áudio do vídeo, obrigando o utilizador a fazer um duplo click no attachment para abrir o vídeo numa aplicação externa - o QuickTime.

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Se o problema fosse apenas este, eu até nem me aborrecia muito… o problema é que, por um motivo que ainda desconheço, a partir do momento que recebo, e abro uma mensagem na Mail.app, que contenha um WMV anexado, a mesma começa a consumir uma quantidade enorme de recursos no sistema… não entendo. E fica assim, durante 2 ou 3 minutos.

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Este é um problema que já foi identificado, mas para o qual ainda não existe solução. A única solução minimamente razoável, consiste na desinstalação do Flip4Mac, e usarmos o VLC para abrir os attachments em formato WMV. Isto tem no entanto um pequeno problema que é o facto de deixarmos igualmente de poder aceder a conteúdos WMV dentro do browser web, nomeadamente no Safari.

Se alguém descobriu outra solução para isto, deixe um comentário aqui.

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Pérola do futebol

Alguns dos jogadores de futebol deveriam pensar duas vezes antes de abrirem a boca para falarem.

Veja-se esta afirmação maravilhosa, que estava hoje no IOL Diário. Paulo Sousa (do Paços de Ferreira), do alto da sua sabedoria disse: “Equipa que faz três golos não pode perder”.

Ah pois não, claro. Até poderia ter razão. Com a excepção que a equipa adversária marcou quatro.

;-)

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Começam as aulas…

E pronto, vão começar as aulas… um regresso depois de 1 ano e meio de ausência por motivos de PhD.

Este primeiro semestre não poderia ser mais díspar. Aulas ao 1º ano de “Introdução à Informática” e aulas ao Mestrado de “Segurança de Redes e de Sistemas de Informação”.

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Magalhito…

Bem, à semelhança do meu amigo Tony, também eu tive a oportunidade de testar durante alguns minutos um dos novos Magalhães, com uma instalação da Caixa Mágica.

Apesar do curto espaço de tempo que estive em contacto com o “pequenito”, deu para perceber alguns dos aspectos mais positivos e negativos, deste pequeno computador, que vai ser usado pela larga maioria dos alunos do primeiro ciclo deste nosso “cantinho à beira mar plantado”.

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Em primeiro lugar, cabe-me dar os meus sinceros parabéns à equipa da Caixa Mágica pelo seu excelente trabalho, ao terem concebido um interface muito agradável para a utilização do dispositivo, e que penso será do agrado das criancinhas (não sei se envolveram as próprias crianças no desenvolvimento do mesmo, mas se o não fizeram, poderiam tê-lo feito).

Do ponto de vista da construção e dos materiais usados, também me parece ser um óptimo dispositivo. O primeiro aspecto que salta à vista é a robustez, um ponto muito importante, pois estamos a falar de crianças de tenra idade, e que não são assim tão cuidadosas com materiais mais sensíveis (esta é a minha percepção, mas precisava de ver efectivamente uma criança a usar o “bicho” durante uma semana ou duas para perceber até onde vai a durabilidade do mesmo).

Outro aspecto muito importante foi a boa escolha das cores. No teclado existem diversas gamas de cores que ajudam, e muito, a identificar áreas-chave do mesmo. Para além disso, o esquema de cores utilizado dá um aspecto muito divertido ao mesmo, e diversão é uma palavra-chave para crianças desta idade.

O écran é igualmente uma muito boa surpresa. Apesar das suas pequenas dimensões, a qualidade e a resolução do mesmo são muito boas. Fiquei surpreso, confesso.

Um aspecto menos positivo é o tamanho do teclado e das teclas, pelo menos para mim. As teclas são de dimensões muito reduzidas e torna-se muito difícil escrever correctamente com as mesmas. Mas como é óbvio, o teclado não foi feito a pensar nas nossas mãos e dedos de adultos, mas sim a pensar nas crianças. Como tal é difícil perceber, se este é um ponto verdadeiramente negativo.

Outro ponto menos positivo é o peso. Parece-me (e aqui realço a palavra “parece-me”) que é “pesadote”. Se o objectivo é fazer com que as crianças andem com o “Magalhães” de casa para a escola e vice-versa, e se somar-mos o peso do mesmo o peso do restante material que as mesmas têm que carregar diariamente, este pode ser um problema - ainda por cima numa altura em que tanto se fala do excesso de peso que os nossos alunos têm que transportar dentro das suas mochilas.

Estas são para já as minhas primeiras impressões muito rápidas do contacto com o “Magalhães”. Espero ter a oportunidade de o testar com maior afinco num futuro próximo.

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Finalmente…

… entreguei (depositei) a minha Tese de Doutoramento na Universitat Politècnica de Catalunya (UPC).

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Esta é uma fase que está finalmente a chegar ao fim, e que levou cerca de 3 a 4 anos a concluir. A parte da escrita foi realizada em cerca de 6 a 8 meses, e depois de diversas revisões, apurou-se o texto final.

Fico agora a aguardar a constituição do júri e da marcação da data da discussão em Barcelona, para finalmente fazer a minha defesa e (espero) obter o meu grau de Doutor.

Saiu-me um peso de cima… ;-) Posso agora dedicar-me um pouco mais a outros projectos.

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Medo… muito medo

Este senhor mete medo… muito medo mesmo.

Mais um anúncio da mais recente campanha (pós-Seinfeldiana) da Microsoft, “I’m a PC.”, com a participação do seu “assustador” CEO, o “Esteves” Ballmer.

Já antes o Ballmer tinha aparecido a “vender” o Windows. Portanto este “remake” vem provar que em “equipa que ganha não se mexe”.

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Alguém que me explique, sff…

… porque raio, o preço do crude não pára de cair e de atingir mínimos dos últimos 7 meses, e as gasolineiras, em vez de descerem os preços dos combústiveis, os mantêm e até em determinadas situações os aumentam?

Quando o crude sobe, estas mesmas gasolineiras não têm qualquer tipo de pudor em reflectir de imediato essa mesma subida nos combústiveis, mas quando o sentido é o inverso nota-se uma total inércia dos preços em acompanhar a descida.

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Sou só eu que acho que anda muito boa gente a meter muito dinheirinho ao bolso?

Primeiro, o preço do crude serviu como justificação para aumentar o preço dos combústiveis… então e agora? Agora parece que a nova justificação é do aumento dos factores produtivos… tretas digo eu. Como podem os factores produtivos terem aumentado tanto nos últimos meses?

E apesar da Alta Autoridade para a Concorrência não ter encontrado indícios de cartelização, todas as gasolineiras continuam a praticar exactamente o mesmo preço (mais cêntimo, menos cêntimo). Isto está bonito está…

Querem um conselho? Façam um novo estudo… mas desta vez a sério, ok?

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